Pular para o conteúdo principal

GAÚCHO ARRUMA CONFUSÃO NA BAHIA APÓS PEDIR CACETINHO


 



GAÚCHO ARRUMA CONFUSÃO NA BAHIA APÓS PEDIR CACETINHO


O que era pra ser só um lanche virou caso folclórico, desses que atravessam fronteira e viram piada em roda de chimarrão.

Tadeu Palanque, taura xucro de Uruguaiana, bigode bagual espesso feito crina de cavalo velho e pilcha mais ajeitada que dia de desfile, resolveu passar férias em Salvador, na Bahia.

Sol, praia, descanso… tudo lindo.

Só não contava com a tragédia do cacetinho.

Num fim de tarde quente que derretia até pensamento, Tadeu entrou numa confeitaria daquelas bem arrumadas, vitrine brilhando e gente pra todo lado. Encostou no balcão e pediu, com a maior naturalidade do mundo:

— Buenas, Xiru, me vê uns cacetinho.

O padeiro baiano, Florisvaldo, homem manso, sorriso fácil e cabeça leve, travou. Ficou olhando pro gaúcho como quem tenta decifrar sinal de fumaça.

— O senhor disse o quê, meu rei? — perguntou, desconfiado.

— Cacetinho, ué! Pão! — respondeu Tadeu, já franzindo a testa.

Florisvaldo deu meia-volta, foi lá pra trás do balcão e voltou trazendo



Créditos Bairrismo Gaudério



Comentários